Com base no modelo de Willian Bridge, psicologia existencialista e a psicologia do desenvolvimento, faço alguns comentários a seguir.
Para Bridge, existe uma distinção importante entre a "mudança" que é um evento externo (por exemplo, a perda de um emprego e um divórcio), e a "transição", que é o processo psicológico interno que um indivíduo vivencia em resposta a essa mudança. Cada pessoa tem seu tempo e, muitas vezes, as pessoas passam pela a mudanças mas não elaboram emocionalmente a transição. Veremos em detalhes.
As transições podem ser esperadas e planejadas (antecipadas), como o ingresso na universidade, mudança na carreira, o casamento, mudança de cidade, de país ou o nascimento do filho e mesmo assim podem trazer um desconfortos significativos à medida que as pessoas, seus relacionamentos e seu mundo se altera. No entanto, elas tem a capacidade maior de prever e antecipar as mudanças.
Por outro lado, há àquelas mudanças imprevistas e súbitas que são frequentemente mais estressantes e dolorosas, como exemplo, um término de um relacionamento inesperado ou uma demissão. Essas mudanças súbitas oferecem aos indivíduos menos tempo para a preparação e o desenvolvimento de recursos para o enfrentamento.
Mudanças planejadas:
- Aplicar e conseguir novo emprego.
- Namorar e casar.
- Construir uma família e decidir ter filhos.
- Mudar de cidade ou país para uma melhor oportunidade profissional.
- Aposentadoria por tempo de serviço.
- Mudanças do ciclo da vida.
- Entre outras.
- Gravidez indesejada e/ou juvenil.
- Demissão.
- Separação conjugal por traição.
- Separação conjugal não desejada.
- Morte prematura e/ou inesperada de um familiar.
- Doença.
- Migração por catástrofes naturais.
- Migração por fome ou miséria.
- Deslocamento forçado.
- Perda patrimonial.
- Falência.
- Entre outros.
Para atendimentos psicológicos em mudanças e transições, agendamentos no blog formato online e período vespertino.

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